O Gabinete da Juventude Parlamentar (GJP) da Assembleia da República reuniu-se, nesta quarta-feira (04), na sede do Parlamento, em Maputo, com os representantes do Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), um encontro que visava delinear os mecanismos de cooperação institucional para viabilizar a formação dos seus membros em Mandarim, língua chinesa.

De acordo com o Presidente do GJP, Inocêncio Fani, é sempre importante que os jovens deputados conheçam várias línguas e o Mandarim afigura-se como uma das mais faladas na actualidade a nível internacional, “o que nos vai possibilitar que haja uma maior e melhor interacção com os deputados de outros quadrantes”.

“O encontro de hoje foi para manifestarmos a nossa intenção, o que foi positivamente acolhido pelo Instituto Confúcio da UEM”, sublinhou o Presidente do GJP, acrescentando que nos próximos dias vão visitar as instalações do Instituto Confúcio para apurar as condições criadas para o processo de ensino e aprendizagem e daí encontrar melhor modalidade de envolver os jovens deputados.

Por sua vez, o Director do Instituto Confúcio da parte chinesa, Jichao Liu, manifestou disponibilidade da instituição que dirige em formar os deputados em Mandarim, tendo sublinhado  que se trata de uma língua que está em franco crescimento a nível internacional, destacando que existem vários investimentos chineses em Moçambique que empregam mão-de-obra moçambicana, pelo que o domínio da língua poderá facilitar a interacção entre as partes. (GIAR)