Há níveis satisfatórios de produção agrícola em Gorongosa

Os deputados da 4ª Comissão escalaram o Distrito de Gorongosa, na Província de Sofala, onde tiveram a possibilidade de se reunir com o Governo Distrital e o Conselho Municipal da Vila, onde constataram com alguma satisfação os níveis de produção agrícola sobretudo na primeira época.

Dados a presentados durante a reunião do grupo de deputados da Assembleia da República e o Governo do distrito alargado aos membros do conselho consultivo distritais indicam que na primeira época da campanha agrícola foram produzidos 188.755 toneladas de culturas diversas numa área de 48.165,98 hectares, o que representa uma realização de 52,8 por cento do plano da campanha que era de 357.441,08 toneladas, contra 112.212,57 colhidas em 37.151,09 hectares no mesmo período de 2016.

“Esta produção representa um incremento em 68,2 por cento, o que nos leva a aferir que o problema de segurança alimentar no distrito está ultrapassado”, disse na ocasião a Secretaria Permanente do Distrito, Ana Maria Manuel, tendo explicado, em seguida, que o distrito prevê a produção intensificada de duas culturas, milho e feijão bóer, onde se espera produzir 8.934 toneladas de milho e 1.687 de feijão bóer, numa área de 3.194 hectares e 1.874 hectares respetivamente.

Neste momento, segundo deu a conhecer a SP de Gorongosa, a cultura de feijão bóer encontra-se na fase de maturação numa área de área de 2.019 hectares, perfazendo uma execução de 100 por cento, onde estão envolvidos 1.769 produtores.
Na área da comercialização, o distrito de Gorongosa conseguiu arrecadar 389.782,09 meticais provindos da venda de produtos diversos numa cifra de 27.078,30 toneladas, o que corresponde a uma realização de 19,6 por cento do plano anual que foi fixado em 138.342,00 toneladas, crescendo em mais de 100 por cento do que foi comercializado em 2014 avaliado em 10.149,45 toneladas.

“Apesar destes indicadores, o distrito continua a enfrentar índices elevados de pobreza que são de 47 por cento, imaginando que o Gorongosa tem uma população estimada (projeção de 2017) 170.371 habitantes”, disse a SP para quem a este nível de pobreza junta-se, igualmente, a questão de nutrição que se afigura ainda preocupante no distrito uma vez que se registou, durante o semestre, 84 por cento de taxa de mau crescimento contra 0,66 por cento do ano anterior, o que corresponde a aumento de 0.18 por cento.

Segundo a SP há um trabalho que o distrito está a desenvolver com vista à redução da desnutrição no distrito que inclui a educação alimentar nas comunidades através de mães modelos formadas para o efeito.

“O problema que se constata é numa casa com 10 pessoas pode haver quatro pratos apenas, dos quais dois são para os mais velhos pai e mãe e o resto para as crianças que todas deverão comer no mesmo prato. Aí, os mais velhinhos vão mais vezes ao prato em detrimento dos mais novos e assume-se, finda a refeição, que todos se alimentaram, enquanto os mais novos não”, disse, acrescentando que casos desta natureza foram verificadas em diversas famílias, daí que há um trabalho de sensibilização das comunidades para que os mais novos tenham seus pratos sozinhos para que em seu tempo possam se alimentar.

Esta medida contribuiu para que a taxa de cura de desnutrição no ambulatório atingisse 78 por cento e no internamento 91 por cento e a taxa de letalidade fosse de 4.5 por cento.

Outra medida foi a suplementação com vitamina A para 49.229 crianças das 27 planificadas contra 20.464 do ano anterior e foram desparasitadas 34.143 crianças das 24.704 contra 16.572 do igual período do ano anterior.

Refira-se que o grupo da 4ª comissão da Administração Pública e Poder Local procedeu a visitas às obras de construção desenvolvidas pelos governos distritais e municipais por onde passaram com objectivo de aferir a qualidade das obras que estão a ser lavadas a cabo, os custos e se não há nenhum em que os empreiteiros terão abandonado, burlando assim o Estado.

Este grupo da comissão é chefiado pelo respectivo Relator da Comissão, António Muchanga e integra os deputados, Sebastião da Costa Sebastião, Alberto Jumulate, Margarida Sebastião Mapanzene, Gonçalves Maceda, José Manuel de Sousa e contam com o financiamento do projecto de subvenção assinado entre a Assembleia da Republica e a União Europeia.

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