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Deputados da AR encorajam Governo da Zambézia a continuar a socorrer as vítimas das calamidades naturais

Um grupo de deputados da Assembleia da República﴾AR﴿ encorajou ao Governo da Província da Zambézia a imprimir maior dinamismo no socorro das vítimas das calamidades naturais que se abatem sobre a zona centro do País, provocando mortes e avultados danos em infra-estruturas sociais e económicas, bem como a devastação de extensos campos agrícolas.

Este sentimento foi expresso, semana passada, pelo Relator da Comissão dos Assuntos Sociais, do Género, Tecnologias e Comunicação Social (CASGTCS), Leopoldo Alfredo Ernesto, que chefiou um grupo de deputados mandatados pela Comissão Permanente da AR a deslocar-se as zonas afectadas pelas cheias, inundações e ciclone IDAI para aferir, no terreno, o real cenário e o impacto dos estragos causados por estas calamidades naturais naquele ponto do País.

O Relator da CASGTCS mostrou-se sensibilizado com a situação que aquela província está a passar, tendo garantido que todas as preocupações apresentadas seriam levadas ao conhecimento da AR e congratulou as autoridades governamentais locais pela sua prontidão no apoio e socorro às populações afectadas.

“Estamos felizes com a prontidão das autoridades no apoio às populações afectadas e notamos, igualmente, que em alguns centros de acomodação que visitamos algumas pessoas já estão a reconstruir as suas casas”, afirmou Ernesto para quem “isso é encorajador e mostra a vontade de se superar esta situação calamitosa”.

O parlamentar exortou o Governo provincial a continuar com o processo de disseminação das mensagens de sensibilização da população para a necessidade de se construir suas casas em zonas seguras, recorrendo a utilização do tijolo queimado e outros materiais resistentes.

Ernesto aconselhou, igualmente, as populações afectadas para acatarem as informações de alerta emitidas pelo Governo provincial e outras entidades, para além de que devem construir as suas habitações nas zonas altas e fazer o cultivo nas zonas baixas para que caso ocorra alguma calamidade similar os efeitos não sejam tão nefastos.

De acordo com Ernesto, as autoridades governamentais e as organizações envolvidas no socorro das populações assoladas pelas chuvas fortes, inundações, ventos com rajadas e o ciclone IDAI não devem perder o foco, priorizando o reassentamento das vítimas em zonas seguras e não permitir que as mesmas não retornem às zonas de risco.

Falando no encontro de balanço mantido com os membros do Governo Provincial da Zambézia, o deputado vincou a necessidade de se construir infra-estruturas sociais e económicas atractivas nas zonas de reassentamento, como sejam escolas, centros de saúde, furos de água, energia eléctrica e mercados que permitiriam a população viver normalmente.

Já José Bento Coffe Mutsanhe, membro da CASGTCS e integrante do grupo, apelou as autoridades governamentais da Zambézia para prosseguirem com o processo de mobilização das populações para que não regressem as zonas propensas às intempéries. “Não podemos transformar isso num ciclo vicioso”, sublinhou o deputado Mutsanhe.

Dados apresentados no encontro pelo Governador da Zambézia, Abdul Razak, indicam que em toda a província foram afectadas no total 17.408 famílias, o que corresponde a 89.076 pessoas, tendo sido registados 444 óbitos por afogamento, para além de 17.913 casas das quais 7.173 totalmente destruídas e 10.740 parcialmente destruídas.

Segundo o governante, a situação calamitosa na Zambézia é bastante sombria e os distritos mais afectados são os de Chinde, Derre, Inhassunge, Morrumbala, Mopeia e Luabo, com estradas intransitáveis e 4.767 famílias desalojadas, o correspondente a 18.475 pessoas; e 3.695 casas destruídas na totalidade.

As calamidades naturais que fustigam as Províncias da região centro do País condicionam, igualmente, o funcionamento normal do sector da Educação, tendo afectado 49538 salas de aula, 50.116 alunos e 848 professores, bem como 12.282 machambas e 15.976 viveiros ficaram inundados afectando 8.157 produtores.

O grupo dos deputados da CASGTCS que se deslocou à Zambézia era chefiado pelo Relator desta Comissão de Especialidade da AR e integrava os deputados José Bento Coffe Mutsanhe, Aida Maria Soares, Laura Fernanda Soto e José Nicolau, bem como Agripino Mavota, assistente da Comissão.

Durante quatro dias, a comitiva parlamentar deslocou-se, sucessivamente, aos Distritos da Maganja da Costa, Mocuba, Namacurra e Nicoadala para interagir com as populações acomodadas em diversos centros de reassentamento e visitar as infra-estruturas danificadas pelas calamidades naturais.

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