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Deputados da AR defendem envolvimento de todos na redução de risco das calamidades naturais

Os deputados da Assembleia da República defenderam, esta segunda-feira, (20), a necessidade de envolvimento de todas as forças vivas da sociedade no desenho de políticas consentâneas que possam contribuir para a mitigação dos efeitos causados pelos desastres naturais, consequência, em parte, do aquecimento global.

Este posicionamento surge durante o workshop sobre gestão de ecossistemas para a redução eficaz do risco de desastres e adaptação às mudanças climáticas, tendo se assegurado que somente com o envolvimento de todos e a sensibilização das populações para que não vivam em lugares considerados de risco é que podemos lograr resultados positivos nesta luta que é de todos nós.

De acordo com o relator da comissão da Agricultura Economia e Ambiente, Armando Artur, o papel do parlamento, nestas matérias, passa necessariamente pela consciencialização e pelo robustecimento do governo no sentido de criar políticas que vão de acordo com aquilo que é a resiliência sobre estes fenómenos naturais;

“obrigamos também a pensar no tipo de construções que nós queremos porque os ciclones Idai e Kenneth vieram colocar a nú as fragilidade dos nossos tipos de construção”, disse o deputado ajuntando que “é preciso termos construções que sejam resilientes às mudanças climáticas porque este fenómeno, conforme podemos ver, é uma questão que veio para ficar e nós temos que lidar com isso.

Na ocasião, ficou assente que um dos papéis do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) é, também, de mapear as zonas de risco e retirar as pessoas que estão nessas zonas para que, se forem a ser transferidas, para as zonas seguras, não retornem às zonas vulneráveis a calamidades naturais, evitando desta feita que se faça o mesmo trabalho e com as mesmas pessoas quando ocorra algum desastre natural.

No que tange às estratégias para a redução de risco de desastre naturais, Per-Martin Begesund, do União Internacional de Conservação da Natureza da Africa do Sul (IUCN, sigla inglesa) apontou para a necessidade de criação de infra-estruturas para o controle e retenção de águas tais como são os casos de barragens, o melhoramento de gestão do meio ambiente, o controle da vegetação natural, a protecção do mangal, que reduz impacto de Tsunamis, a redução ou eliminação do desmatamento florestal, entre outros.

O Workshop sobre gestão de ecossistemas para a redução eficaz do risco de desastres e adaptação às mudanças climáticas visava, dentre vários objectivos, desenvolver capacidades para conceber e implementar abordagens de redução do risco de desastres com base nos ecossistemas que também suportem, a longo prazo, a adaptação as alterações climáticas bem como discutir sobre os modelos em implementação face a redução de risco.

O Evento, ministrado pelos académicos moçambicanos e da África do Sul, contou com a participação de deputados membros das Comissões de Agricultura, Economia e Ambiente, do Plano e Orçamento, das Relações Internacionais, Cooperação e Comunidades e da Administração Pública e Poder Local.

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