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Combate a pobreza passa pelo crescimento económicos: defende PAR

A Presidente da Assembleia da República, Verónica Nataniel Macamo Dlhovo, defendeu esta quinta-feira, (28), que o desafio do combate à pobreza passa pelo contínuo crescimento económico, pela melhoria contínua dos mecanismos de distribuição e redistribuição do rendimento, pela melhoria do provimento de bens públicos e pela melhoria contínua da confirmação do modelo de envolvimento e co-responsabilização entre o governo, as empresas e a sociedade civil.

Discursando durante a cerimónia solene de abertura da IX Sessão Ordinária da Assembleia da Republica a PAR sublinhou que neste desafio da pobreza, calcanhar de Aquiles de toda a nossa sociedade, "temos que continuar a reflectir sobre as melhores estratégicas de actuação, reflectindo sobre as estatísticas, os modelos e, sobretudo, sobre o que fazer no terreno para combater de forma cada vez mais eficaz e eficiente, este grande mal que é a pobreza".

"Nós, na Casa do Povo, tudo faremos para continuar a aprovar leis, que contribuam para a materialização do programa Quinquenal do Governo e não só, correspondendo às justas expectativas dos moçambicanos", assegurou a PAR ajuntando que os moçambicanos têm tudo ao seu alcance para ambicionar um ciclo de decrescimento vertiginoso dos índices de pobreza no país.

No que à economia nacional diz respeito, A PAR disse que, não obstante as diversidades da conjuntura, continua com grande potencial de crescimento, pelo que, “encorajamos, como sempre ao Governo, a Autoridade Monetária e os agentes económicos a continuarem a conjugar sinergias, em prol do crescimento sócio e sustentável, gerado de riqueza, emprego e coesão social”.

“Devemos continuar com o esforço de diversificação produtiva, promoção, da agricultura e da agro-indústria, potenciando a cadeia de valor, bem como continuar a melhorar os incentivos às empresas que apostam no investimento produtivo e intensivo em mão de obra”, salientou a Macamo.

A PAR disse que o Parlamento tem de continuar a melhorar o seu modelo de fiscalização do uso da coisa pública, melhorando as leis sua aplicação e monitoria. Sendo, também, necessário maior troca de experiência com parlamentos congéneres e centros de conhecimento nacionais e da sociedade civil.

“Vamos dar o nosso máximo, como temos feito, para deixar um legado que nos honre e continue a dignificar a Casa do Povo, como um espaço de cultura democrática, humanismo e de unidade nacional, sempre necessário para a construção da Nação”, frisou a Presidente da Assembleia da República.

Falando sobre a Paz efectiva em Moçambique, a PAR explicou que o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi tem mostrado o melhor caminho com exemplos claros e objectivos, na busca de soluções concretas e sustentáveis, com a cooperação do líder da Renamo, Ossufo Momade.

“Cabe a nós, agora, independentemente, das diferenças políticas, religiosas e étnicas, fazer a nossa parte, como cidadãos, como sociedade civil, como comunidade”, sublinhou a PAR, acrescentando que “ninguém deve ficar mero espectador, Todos somos chamados a ser agentes multiplicadores de acções em prol da Paz”.

 

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